Chico, Diálogos e Recordações | Autor Carlos Alberto Braga Costa

A obra oferece indícios ao leitor do modo como foi construído, tendo em Chico Xavier a figura central de todas as recordações do narrador e amigo Arnaldo Rocha. Foram exatos quatro anos de trabalho que exigiram, dedicação para anotar; pesquisar; memorizar; reescrever e transformar as dádivas auferidas em 21 capítulos inesquecíveis, que apresentam a caminhada de luz, desses baluartes da fé cristã.

Arnaldo Rocha, que usufruiu da convivência com o querido médium em atividades espirituais e mesmo fora delas, é o artífice desta obra. Seus apontamentos chegam até nós com simplicidade, sem arroubos sensacionalistas, suprindo-nos de parcelas dos júbilos por ele experimentados, já que quaisquer fatos conduzidos, vivenciados e registrados no alicerce da verdade e da lealdade não perdem suas ressonâncias educacionais e imortalistas, projetando-se como luzes para o futuro.
O nosso querido Carlos Alberto soube, com paciência e sensibilidade, reunir e dar forma segura e agradável a todo esse acervo, depositado nos escaninhos profundos da alma do ex-consorte de Meimei. Não deixou o redator, também, de anotar com vigoroso atestado de autenticidade das narrativas, grafado com as vibrações do sentimento saudoso e agradecido, as lágrimas e emoções que emergiam do coração desse companheiro todas as vezes que sua memória, requisitada decorrido cerca de meio século das experiências ao lado do querido Chico, resolvia abrir suas comportas, para que viessem à tona novas revelações a premiarem nossas almas empenhadas no aprendizado que prossegue no rumo do Grande Futuro.
Aos espíritas ou não, especialmente aos que acompanharam ou vêm estudando os caminhos luminosos trilhados pelo querido médium de Pedro Leopoldo e Uberaba, entregamos estes relatos, na certeza de que poderão auxiliá-los, não apenas em seus estudos e pesquisas, mas, também, em suas lutas redentoras.
Sob a inspiração de Chico Xavier, que em cada episódio de sua vida, plena e abundante, deixou sempre a marca de um coração consciente de seus deveres no seio da Doutrina Espírita e de fidelidade ao Evangelho, esperamos poder caminhar com coragem, ao influxo do Plano Maior, que tutela, em todos os momentos, os nossos corações, no serviço do bem eterno, em permanente ascensão.

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